Sabe daquele passarinho
que acordou cantando
numa bela manhã de sol,
voando entre as árvores,
plainando em direção às nuvens?
Assim estava eu.
Mas, depois de uma desilusão,
fiquei como um passarinho encolhido,
tragado por uma tempestade,
encharcado de tristeza.
Sabe daquele passarinho
que cantava para alegrar o dia
e depois amanheceu
dentro de uma gaiola?
Assim estou eu.
Faz mal não, "quando a chuva" passar,
e minhas asas enxugarem
das lágrimas do dia,
vou levantar vôo bem alto,
andar pelos lugares
que sempre soube andar, voar.
Tenho a liberdade
e sei que toda chuva é passageira.
"Sou menino passarinho, com vontade de voar..."

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